Numa audiência de 15 de Novembro de 2010 a um numeroso grupo de monitores de esqui, explicou:
“O desporto praticado com paixão e sentido ético, para além de nos treinar numa competitividade saudável, torna-se escola para aprender e aprofundar valores humanos e cristãos. Através da actividade desportiva, a pessoa compreende melhor que o seu corpo não pode ser considerado um objecto, mas sim, por meio da corporeidade, uma forma de expressão de si mesma, entrando em relação com os demais. Deste modo, o equilíbrio entre a dimensão física e espiritual leva a não idolatrar o corpo, mas a respeitá-lo”.

